domingo, 7 de abril de 2013

OS GAYS, A IGREJA E OS 'AMIGOS' DA ESCOLA

Na Igreja aprendi a amar as pessoas. Na “escola” aprendi a debochar dos gordos, dos nordestinos, dos negros e dos gays. Na Igreja aprendi que ninguém é melhor do que ninguém para Deus. Dentre os amigos da escola, menino que andasse com meninas sofria o que hoje a gente chama de bulling. Na Igreja, se alguém se envolvesse em brigas na escola, era punido por exemplo, não podendo tocar seu instrumento (já me aconteceu) nas canções entoadas nas reuniões. Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Chamam a Igreja de retrógrada, antiquada, quadrada, respondo apenas com uma pergunta: “Quando é que amar estará fora de moda”? Quem sou eu para “defender” a Igreja de Jesus, entretanto fico pensando: “Quem é o mundo para acusar a Igreja de preconceito”? Sou da Igreja desde criança e sempre esbarrei no preconceito dos “amigos” da escola, será que discriminar a Fé das pessoas nunca ficará ultrapassado? Quando digo que sou da Igreja, não confunda com denominação, minha fé vai muito além do prédio. Quando falo dos “amigos” escola quero apenas ilustrar o que acontece fora do ambiente da Fé. Longe de mim ser preconceituoso com gays. Já basta o preconceito que eu sofro por estar acima do peso, ser filho de nobres e honrados nordestinos, ser pastor e ser pobre. Quando a hipocrisia do mundo morrer, talvez nasça uma geração que reconheça quem foi e quem é Jesus, uma geração que compreenda o que o Mestre ensinou. Meu discurso nunca será o de um grupo em detrimento de outro. Um dia ainda vamos entender que só existe uma classe: a dos seres humanos. Provem o contrário Ele morreu por amor! Andre Luiz FONTE: GOSPEL +

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Deus distingue entre pecados involuntários ou deliberados

Os crentes sinceros procuram amar a Deus de todo o coração (Dt 6.5). Por ainda serem imperfeitos nesta vida, podem estar em desobediência à vontade de Deus sem saberem disso, e daí precisarem buscar o perdão de Deus por seus erros e pecados ocultos. Por outro lado, os pecados intencionais ou deliberados são "grande transgressão" (Salmo 19.13), que abrange o desprezo a Deus e à sua Palavra e a perda de um lugar no seu reino. Deus distingue entre pecados involuntários e os intecionais, isto é, os cometidos deliberadamente, desafiando a Ele e à sua Palavra (Números 15.30,31). O pecado involuntário requeria expiação (Números 15.24-28), sem contudo excluir a pessoa do povo de Deus. O pecado intencional e insolente contra Deus, no entanto, excluia a pessoa do povo de Deus e a privava da redenção concedida a esse povo. "Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna" (I João 3.15). O crente deve ter em mente que todos os pecados, até mesmo os menos graves, podem levar ao enfraquecimento da vida espiritual, à rejeição da direção do Espírito Santo e, daí à morte espiritual. "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Portanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus" (Romanos 8.5-8).